O mundo havia mudado e ela também. As suas princesas eram somente garotas frágeis demais para se virarem sozinhas. Não eram mais seu exemplo. A garota estava amarga, mas havia aprendido a sorrir com os pequenos detalhes, que para ela eram grandes. Amava errar, por isso errava muito e, enquanto não acertava, a garota aprendia mais, crescia mais, amadurecia mais. Nunca descobriu porque amava sonhar e errar, somente sabia que vivia para aprender.